Vencer ou não perder?

Por Andrey Shevchuk

Vamos aproveitar o maior evento futebolístico do planeta para comentarmos um fenômeno que assola os gramados, não só dos estádios que sediam a Copa 2010, mas de vários campeonatos ao redor do planeta: o chamado “futebol de resultado”.

É um estilo de jogo que vem se consolidando, e é muito simples de ser explicado: quem faz mais gols ganha. Não importa se o adversário é um time semi-amador e você uma seleção penta-campeã. 1 a 0 é nosso.

Nesta terça-feira, a tão aguardada Seleção Brasileira, favorita de tudo que disputa, estreou em terreno sul-africano, no Ellis Park. Fez 2 a 1 na medíocre, quando muito esforçada, equipe da Coréia do Norte.

Isso por quê? Dunga implantou na seleção uma filosofia de não-derrota. Depois do vexame de 2006, antes ganhar feio do que perder. Muito engenhoso. Mas pouco para uma equipe que representa 190 milhões de amantes desse esporte.

Não vou dizer que sou favorável ao circo, ao futebol sem objetividade. Mas esse joguinho sem graça tem que acabar. Os amantes do futebol não merecem isso.

Torcemos para que a Seleção emplaque e encante, como era antigamente. Até lá, vamos relembrar um dos melhores times que o Brasil já teve. Com vocês, a Seleção de 82:


Cabe comparação com essa aí?

Este é um artigo de cunho pessoal, mesmo.
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